segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Água potável

Numa viagem escolar, cansados de caminhar, paramos em uma vila situada nas montanhas. Nossa meta era chegar a um lugar histórico. Irritada com minha colega, separei-me do grupo para ficar sozinha. Sabia onde e quando nos reencontraríamos. Sentei-me em um riacho. A água jorrava, fresca. Era potável? "Nunca beba a água de riacho com os quais homens e animais entraram em contato!", disse nossa nutricionista. Mas não havia homens ou animais à vista. Eu sentia o aviso: "Cuidado! Perigo!". Sem pensar, tomei alguns goles de água e fui reunir-me com as colegas. Duas semanas depois, sentia-me tão cansada; seriam os estudos? Era como se estivesse para morrer. A febre chegou a 40 graus; eu havia contraído tifo. No hospital, os médicos tentavam descobrir a origem da doença. Então, lembrei: a viagem escolar! A água! Não tomei água límpida de uma fonte, mas a água infectada de um riacho. "Conte às suas futuras alunas a respeito dessa 'lição' para que elas não cometam o mesmo erro", disse-me o professor. "Água ruim deixa doente!" Experimentei isso no próprio corpo. Nunca mais tomarei água de riacho. Com o que aquietamos nossa sede por alegria, amor, felicidade, segurança? A satisfação de qualquer anseio não se compra com dinheiro e nem se alcança com a habilidade pessoal. Mesmo o amor das pessoas não saciará definitivamente nossa sede. Somente Jesus Cristo, o Filho de Deus, pode saciá-la. Leve a ele seus anseios, seu vazio e suas frustrações. Ele espera por você a fim de lhe dar seu perdão e sua alegria sem fim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário